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Agora eu canto sozinho, eu ando sozinho. Levo um violão, uma garrafa de água, duas maçãs e muita, muita mágoa. No final, é tudo meio que um postit, quase um coach sentimental de mim comigo mesmo. É bem verdade que algumas coisas eu roubo de pedacinhos das vidas de outras pessoas, mas se eu roubei é porque um dia precisei, ou achei que poderia precisar no futuro. Às vezes eu acho que tudo o que eu quero é um pouco mais de estabilidade, e, portanto, segurança emocional. Eu devia mesmo ser menos emocional. E eu que sempre achei que tudo era possível. Ainda acho. Mas agora percebo que nem tudo é assim em curto prazo. Eu sei que parece bem pouco inteligente acordar cedo e sair de casa só pelo prazer de descumprir um compromisso, mas valia cada segundo, eu adoro aquelas pessoas. Um final funciona assim: você volta pro mundo que criou, e eu crio um mundo pra voltar. Capice? Possibly. Still, that does not give anyone the right to atribute any of your predicatives to me based on any prerrogative, once my reason to feel comfortable with being who I am is crystalized as in making me assured to feel soberan in a sociological, antropological and axiological instance, as well as ridding myself from every common-sense-stained value or judgement in order to realize that what I am is indeed and definitely more important and reliable than the image of what I might be. No more explaining myself to you here. Our business is way more direct and easier than we’ve been allowing it to be. Let it pour. Politeness and chivery (in our scheme) might as well as the demands we have their limits clarified and strengthened, so no expectatios would be frustrated, and no fated hope would even exist. For no love, no hurt. No passion, no disappointment. But for no gain, no pain. Call me a player. Call me your player. Can that be the “just the way it goes”? Be very careful whenever you hear “I’ll change”, whoever from. This words are just as empty as the way your feelings have seemed to be when you heard it. Até o teu nome escrito errado me causa arrepio, a cada pulsar no meu peito, gelado, cada calafrio.
Xadrez-de-bruxo.
É a tacitude da intenção que realmente dá graça ao interesse. E é o conflito, e é a identificação do interesse que dá emoção à empreitada, que legitima o jogo enquanto os peões se desmascaram e se despem, se escondendo e se expondo, estrategicamente, pensam eles.
Corpo fechado.
Eu já te dei a chave. Agora cabe a você saber se você vai usá-la pra abrir a porta ou deixá-la quebrar. Já me chamaram de louco, e eu não me importo nem um pouco. Soi-disant fort, eu preciso é baixar a guarda, lavar a alma. Baixar a guarda, manter a calma. I stand up silently for who I am. Because I don’t expect anyone’s approval to the real me, asleep, but still breathing deep inside the shell. I’ll be. |